Como Escolher seu Futuro Personal Trainer

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Não fique parado… Chegou a hora de começar a treinar de verdade. Quanto tempo faz que você esta promentendo que este ano vai treinar sério e realmente alcançará seus objetivos? Quanto tempo faz que você está a procura de um treino que realmente te ajude a alcançar seus objetivos? Quanto tempo faz que você está se enganando com um treino que não funciona, não o motiva a treinar e não te dá resultados efetivos? Chegou a hora de mudar tudo isso. Todo início de ano existe a promessa de uma vida mais saudável e um corpo mais malhado. Para que isso deixe de ser uma promessa você vai precisar de um profissional competente e bem gabaritado capaz de orienta-lo da melhor maneira possível. Agora vem outras dúvidas. Como escolher esse profissional? Podemos confiar na indicação de outras pessoas? Será que aquele professor “fortão” realmente estudou e sabe o que esta fazendo?

Com o objetivo de ajuda-lo a escolher seu futuro Personal Trainer, ai vão algumas dicas.

- Seu Personal Trainer deve ser registrado no Regional de Educação Física (CREF). Este órgão é o único que certifica profissionais capazes de planejar, orientar e evoluir de forma individualizada um programa de treinamento físico.

- Peça o curriculo do profissional em questão para verificar se de fato ele tem formação academica e sabe do que está falando. A instituição de ensino pela qual ele se formou também é fundamental. Quanto melhor a instituição de ensino, melhor será sua base profissional. Verifique se após a graduação este profissional não parou no tempo. Ter feito pós-graduação é muito importante, seja ela lato senso ou stricto sensu (especialização, mestrado e doutorado). Isso significa que determinados assuntos foram estudados e pesquisados com mais profundidade, melhorando a qualidade profissional.

- O histórico esportivo e o tamanho dos músculos do personal trainer nem sempre são proporcionais ao seu conhecimento. Não os confunda com histórico profissional.

- Duvide de valores cobrados muito abaixo do mercado. No custo de uma sessão, também estão embutidos gastos como compras de revistas científicas e livros especializados, produção de pesquisa, inscrições em cursos e congressos, viagens e as horas de estudo. É desta forma que o profissional tem contato com o que há de mais atual na área de treinamento. Sessão barata significa professor com pouco conteúdo. Em geral o “baratinho não funciona”.

- A pontualidade é fundamental. Como cobrar do aluno seriedade e compromisso, se quem as está exigindo não leva a sério o treinamento do cliente?

Estas foram algumas dicas para ajuda-lo na escolha do seu Personal Trainer. Não perca tempo, pense mais em você. Afinal sua saúde e seu corpo são muito importante e se sentir bem algo fundamental.

Câncer e Exercício Físico

Posted by: Personal Trainer Curitiba  :  Category: Atividade Física

No fim de Junho, foi realizado na Turquia o 15° Congresso Anual do ECSS (Colégio Europeu de Ciências do Esporte). Este é um dos principais congressos que discutem, de maneira séria, o que está e o que deverá ser feito no meio científico voltado à atividade física.

Em uma de suas sessões, voltada à medicina esportiva, pesquisadores da Alemanha, Áustria e Espanha discutiram o uso da atividade física durante o tratamento do câncer. Um dos temas foi “EFFECTS OF EXERCISE DURING AND AFTER CANCER TREATMENT” apresentado por Fernado Dimeo, pesquisador espanhol que mais pesquisa e publica artigos científicos na área.  Ele mostrou dados super interessantes de como pacientes em tratamento quimioterápico que passam a realizar sessões de treinamento (caminhada e musculação) conseguem suportar melhor a fadiga, sustentar sua massa magra, manter níveis de hemoglobina no sangue mais altos e manter-se mais motivados. Ou seja, a atividade física, prescrita por profissionais especializados, só melhora a resposta do corpo a um tratamento de câncer.

O gráfico acima foi apresentado pelo pesquisador alemão Knicker na sessão “Can strength training during chemotherapy of breast cancer patients alleviate the fatigue syndrom? – Effects and mechanisms” e mostra em que momento a atividade física deve ser introduzida no tratamento do câncer de mama.

O que falta é uma maior divulgação no meio oncológico para que os médicos tornem a atividade física prescrita por profissionais gabaritados parte do tratamento, juntamente com a quimioterapia, radioterapia e hormonioterapia .

Esta é uma área que carece de mais pesquisas, porém podemos afirmar que treinar durante o tratamento de câncer só gera benefícios.

Como escolher um Personal Trainer?

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Nos últimos anos, a procura por exercícios físicos regulares vem aumentando gradativamente, seja pela busca de qualidade de vida, saúde ou estética. Para alcançar esses objetivos, muitas pessoas encontram barreiras para iniciar ou dar continuidade a um programa de atividades físicas. Dentre as principais barreiras estão à falta de motivação e resultados, tempo, dificuldade de deslocamento, medo de se lesionar, e nas academias um restrito atendimento pelos professores decorrente ao grande número de alunos necessitando de atendimento ao mesmo tempo. Nesse sentido o treinamento físico personalizado tem sido uma alternativa extremamente satisfatória, proporcionando ao aluno ganhos consistente em um período de tempo curto e com muita segurança evitando assim lesões musculares causadas pela execução incorreta dos exercícios.

Com o aumento do número de pessoas aderindo a um programa de atividade física personalizada é conveniente imaginar que o número de profissionais para atender a essa população aumente. Porém, cuidado na hora de escolher um Personal Trainer. Assegure-se que ele tem formação acadêmica e que está em constante aprimoramento profissional, as inovações relacionadas à atividade física são constantes e não se pode parar no tempo. Contratar um Personal Trainer é tão importante quanto escolher um médico ou um dentista. Desconfie se o valor cobrado por esse profissional for muito barato comparado aos outros profissionais. Nesses casos o “baratinho” pode sair muito caro, lembre-se que é a sua saúde e seus objetivos específicos que estão em jogo e quanto vale isso somente você poderá determinar.

Doença Coronariana uma das principais causas de morte

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A doença coronária está associada a um estreitamento gradual das artérias que suprem o coração em decorrência de um espessamento da camada interna da artéria. Esse processo, a arterosclerose, é o principal contribuinte às mortes por infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral. Hoje, é amplamente aceito o fato de algumas pessoas apresentarem maior risco de doença coronária do que outras. Durante muitos anos, acreditou-se que a inatividade física estivesse associada apenas às cardiopatias e não lhe lhe foi creditada muita atenção como uma preocupação de saúde publica. No entanto, no final da década de 1980 e início da década 1990, isso mudou dramaticamente. Os fatores de riscos associados à doença coronariana foram divididos em primários e secundários. Primário significa que um fator de risco aumenta o risco de doença coronariana, e secundário significa que um determinado fator aumenta o risco da doença coronária somente se já houver um dos fatores primários presente ou se a sua importância não foi determinada precisamente. As listas de fatores de risco evoluíram no decorrer do tempo à medida que mais evidências epidemiológicas se acumulam, mostrando a associação entre vários comportamentos (por exemplo, inatividade física) ou características (por exemplo, obesidade).

Consequentemente, uma aproximação prática costuma classificar os fatores de riscos naqueles que podem ser mudados e naqueles que não podem, não importando se são primários ou secundários. Deve-se observar que a American College os Sports Medicine (ACSM) lista uma das subfrações do colesterol (lipoproteína de alta densidade ligada ao colesterol HDL) como um fator de risco adicional. Existem fortes evidências de que o risco de doença coronariana é menor para aqueles com concentrações elevadas de HDL, a ACSM considera o HDL um “fator de risco negativo” quando seu nível é superior a 60mg/dl. Além disso, enquanto a obesidade foi classificada com um fator de risco secundário ou contribuinte por muitos anos, muitas evidências a indicam como um fator de risco primário.

A inatividade física, dieta e o estresse são fatores de risco para obesidade, intolerância a glicose (diabetes), hipertensão e colesterol sérico elevado, desenvolveu-se uma nova visão de como intervir. Os programas de promoção da saúde abordam diretamente a inatividade física, a dieta e o estresse para impedir que outros fatores de risco ocorram. Além disso, o principal tratamento não-medicamentoso desses fatores de risco primários gira em torno das recomendações de uma dieta pobre em gordura saturada, atividade física regular e redução do estresse.




Referencia Bibliográfica

Powers & Howley. Fisiologia do exercício. 5 Ed, Manole, 2005,

Recomendações nutricionais.

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A Nutrição corresponde aos processos gerais de ingestão e conversão de substâncias alimentícias em nutrientes que podem ser utilizados para manutenção da função orgânica ou trabalho biológico. São sete os nutrientes essenciais para a saúde: carboidratos (açúcares), lípides (gorduras), proteínas, vitaminas, sais minerais, fibras e água. Quando estes se apresentam em quantidades ótimas, a saúde e o bem-estar são garantidos. Abaixo, apresenta-se algumas Recomendações Dietéticas que buscam atingir quatro requisitos fundamentais: (1) a reeducação alimentar e a mudança no estilo de vida, (2) a otimização da saúde geral, (3) a alteração da composição corporal e (4) a maximização do desempenho de atividades físicas.

Os carboidratos são classificados como nutrientes energéticos, isto é, fornecem energia ao nosso organismo. Você deve evitar o exagero no consumo de açúcares simples, tais como açúcar refinado, açúcar mascavo, mel, melado, rapaduras, doces, bolos, balas, pudins e bombons. Por outro lado, você deve dar preferência para os açúcares complexos encontrados em alimentos como arroz, batata, macarrão (sem molhos gordurosos), pães e legumes. Isso garante o controle do nível de “açúcar no sangue” (glicemia), evitando grandes oscilações (“picos de glicemia”) durante o dia.
As gorduras são classificadas em três diferentes classes: como nutrientes energéticos, reguladores e reparadores dos tecidos. Você deve evitar excessos com alimentos ricos em gordura saturada e colesterol, tais como banha animal, gorduras do coco, carnes gordas, embutidos, manteiga, creme de leite, queijos gordos, frituras, gema de ovo, camarão, fígado e miúdos em geral. Em esquemas de restrição dietética para emagrecimento também deve-se moderar a ingestão de leite integral e iogurte integral. As gorduras saturadas (também chamadas de “gorduras ruins”) aumentam os níveis de colesterol e triglicerídeos (tipos de gordura presentes em seu organismo) que estão associados a doenças do coração, como a doença arterial coronariana e a aterosclerose. Por outro lado, as gorduras insaturadas devem fazer parte da dieta, desde que sem exageros.
As proteínas são classificadas essencialmente como nutrientes para construção e reparação dos tecidos, mas também podem ser utilizados como fonte energética (fonte de calorias). Você deve manter adequada a ingestão de proteínas da dieta que podem ser encontradas em alimentos como carne bovina magra, carne de aves (sem pele que é rica em colesterol), peixes (especialmente os marinhos e de preferência oriundos de águas frias), clara do ovo, leite desnatado ou semi-desnatado, iogurte natural, desnatado ou de baixa caloria, queijo magro (ricota, queijo branco, queijo tipo minas, queijos light), feijão, lentilha, ervilha, grão-de-bico e soja. Você nunca deve fazer uso de suplementos protéicos ou de aminoácidos (apesar de seu uso ser amplamente difundido), sem prescrição médica ou de um nutricionista. Os excessos de proteína dietética e certos aminoácidos podem sobrecarregar seu fígado e rins na tentativa de degradar substâncias que “sobraram“ do metabolismo.
Você também deve manter adequada a ingestão de vitaminas e sais minerais. Estas substâncias não constituem uma fonte de energia (calorias), porém são necessárias em quantidades mínimas em nosso corpo para o crescimento normal e manutenção da vida. Os sais minerais, por sua vez, desempenham diversas funções em nosso corpo, como o cálcio nos ossos e o ferro nas hemácias do sangue, por exemplo. As vitaminas e minerais são conseguidos através da ingestão diária de uma variedade de frutas (banana, mamão, melancia, caqui, maçã, melão, manga, etc.) e verduras (alface, espinafre, agrião, vagem, cenoura, alfafa, couve, rúcula, etc.).
As frutas, legumes e verduras da dieta também garantem o aporte de fibras dietéticas, que permitem o bom funcionamento do intestino (trânsito intestinal), reduzem a incidência de cânceres (de boca, de esôfago, de estômago e cólon), combatem a prisão-de-ventre (constipação) e auxiliam no controle do colesterol sangüíneo. Sua dieta deveria ter 25 a 30 gramas de fibras diariamente, distribuídos em 5 ou 6 refeições por dia.
Por fim, você deveria manter adequada a sua ingestão de líquidos (ingestão hídrica), nunca se esquecendo que cerca de 70% da massa total de seu organismo (seu peso) é constituído de água. Esta água está presente no sangue e em todos os fluidos biológicos. Entretanto, como o organismo perde água constantemente (evaporação pela pelo e respiração, na urina, nas fezes, etc.) é preciso repor todo esse líquido. O ideal é a ingestão de aproximadamente 2 ou 3 litros de líquidos por dia. Sua ingestão de líquido deve aumentar no verão e/ou se você estiver engajado em algum programa de exercício físico ou outra atividade que provoque grandes perdas de fluidos. Sua necessidade de líquido pode ser verificada através de um simples cálculo: são cerca de 30 mL por quilograma de peso corporal diariamente, o que daria 2100 mL de líquido por dia para um indivíduo de 70 kg (30 x 70 = 2100), de meia idade e moderadamente ativo. Além disso, se você estiver preocupado com seu peso corporal, então, deve escolher água e não bebidas que podem alterar o balanço calórico de sua dieta (por exemplo, refrigerantes, suco de frutas e repositores energéticos).
Enfim, para ter saúde, você precisa comer sabiamente e ter em mente três dicas básicas: variedade de alimentos, salubridade (escolha de alimentos saudáveis e naturais) e moderação.

Nutricionista Andressa Franzoi Machado (CRN 2855)

Desiquilíbrio muscular, causas e consequências.

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Desequilíbrio muscular, é uma desordem do sistema músculo esquelético, onde os movimentos corporais são resultado de uma organização de cadeias musculares. Quando ocorem alterações posturais, o organismo se reorganiza em novas cadeias, denominadas cadeias de compensação procurando respostas adaptativas a esta desarmonia (Neto et al, 2004), este desequilíbrio pode ser explicado pela diferença de força e flexibilidade entre grupos musculares que atuam sobre a mesma articulação ocorrendo quando determinado grupo muscular apresenta-se mais forte e/ou mais tensionado do que seu respectivo antagonista (Klee et al, 2004). Segundo a Academia Americana de Ortopedia, postura é um estado de equilibrío dos músculos e ossos com a capacidade para proteger as demais estruturas do corpo humano de traumatismos, seja na posição em pé, sentada ou deitada. Desse modo, a repetição de determinados tipos de atividade com posições e movimentos habituais podem provocam um processo de adaptação orgânica que resulta em efeitos deletérios para a postura, com alto potencial de desequilíbrio muscular (Neto et al, 2004). O desequilíbrio muscular está associado a diversos fatores, como: uso inadequado, repetição excessiva, má postura, patologias articulares e musculares, contraturas ou aderências, déficits neurológicos, desuso ou atrofia, prática indiscriminada de atividades esportivas, entre outras (Stokes, 2000). Os desequilíbrios, basicamente occorrem, pelo desalinhamento postural alterando o posicionamento das estruturas ósseas ao aproximar origem e inserção muscular, processo esse conhecido como encurtamento; ou promover sobrecargas excessivas em determinadas articulações ou parte delas, ligamentos e outras estruturas, causando lesões agudas ou crônico-degenerativas (Kendall, 1995). Alguns grupos musculares apresentam uma predisposição natural ao encurtamento. Embora não exista uma explicação para isso, acredita-se que exista correlação com a posição fetal. O processo de instalação de um desequilíbrio muscular, normalmente, não é perceptível ao indivíduo até que suas conseqüências comecem a se manifestar, normalmente em forma de quadros álgicos e/ou deformidades. Levando-se em consideração o complexo de cadeias musculares que compõem o corpo humano, o processo será seguido de uma série de compensações locais e a distância, transformando o problema inicial em complexo processo de reabilitação postural. De forma simplificada, pode-se dizer que o tratamento dos desequilíbrios consiste em promover um reequilíbrio das cadeias musculares alongando o que está encurtado e fortalecendo o que está fraco (Kolyniak et al, 2004). Sendo assim se você encontra-se nessa situação ou algo parecido, procure imediatamente um profissional qualificado e não sofra mais com esse tipo de problema.


Referências Bibliográficas

-KENDALL, P.F. et al. Músculos: Provas e Funções. 4ª ed. São Paulo: Manole, 1995.

-KLEE, A. et al. Correlation Between Muscular Function and Posture – Lowering The Degree of Pelvic Inclination with Exercise. International Society of Biomechanics in Sports, Oct, 2004

-KOLYNIAK, et al. Avaliação Isocinética da Musculatura Envolvida na Flexão e Extensão do Tronco: Efeito do Método Pilates. Revista Brasileira de Medicina do Esporte. v.10, n.6, Niterói, nov/dec 2004.

-Neto, J.J. et al. Alterações posturais em atletas brasileiros do sexo masculino que participaram de provas de potência muscular em competições internacionais. Rev Bras Med Esporte, Mai/Jun, 2004.

-STOKES, M. Neurologia Para Fisioterapeutas. São Paulo: Editora Premier, 2000.

Desequilíbrio muscular, é uma desordem do sistema músculo esquelético, onde os movimentos corporais são resultado de uma organização de cadeias musculares. Quando ocorem alterações posturais, o organismo se reorganiza em novas cadeias, denominadas cadeias de compensação procurando respostas adaptativas a esta desarmonia (Neto et al, 2004), este desequilíbrio pode ser explicado pela diferença de força e flexibilidade entre grupos musculares que atuam sobre a mesma articulação ocorrendo quando determinado grupo muscular apresenta-se mais forte e/ou mais tensionado do que seu respectivo antagonista (Klee et al, 2004). Segundo a Academia Americana de Ortopedia, postura é um estado de equilibrío dos músculos e ossos com a capacidade para proteger as demais estruturas do corpo humano de traumatismos, seja na posição em pé, sentada ou deitada. Desse modo, a repetição de determinados tipos de atividade com posições e movimentos habituais podem provocam um processo de adaptação orgânica que resulta em efeitos deletérios para a postura, com alto potencial de desequilíbrio muscular (Neto et al, 2004). O desequilíbrio muscular está associado a diversos fatores, como: uso inadequado, repetição excessiva, má postura, patologias articulares e musculares, contraturas ou aderências, déficits neurológicos, desuso ou atrofia, prática indiscriminada de atividades esportivas, entre outras (Stokes, 2000). Os desequilíbrios, basicamente occorrem, pelo desalinhamento postural alterando o posicionamento das estruturas ósseas ao aproximar origem e inserção muscular, processo esse conhecido como encurtamento; ou promover sobrecargas excessivas em determinadas articulações ou parte delas, ligamentos e outras estruturas, causando lesões agudas ou crônico-degenerativas (Kendall, 1995). Alguns grupos musculares apresentam uma predisposição natural ao encurtamento. Embora não exista uma explicação para isso, acredita-se que exista correlação com a posição fetal. O processo de instalação de um desequilíbrio muscular, normalmente, não é perceptível ao indivíduo até que suas conseqüências comecem a se manifestar, normalmente em forma de quadros álgicos e/ou deformidades. Levando-se em consideração o complexo de cadeias musculares que compõem o corpo humano, o processo será seguido de uma série de compensações locais e a distância, transformando o problema inicial em complexo processo de reabilitação postural. De forma simplificada, pode-se dizer que o tratamento dos desequilíbrios consiste em promover um reequilíbrio das cadeias musculares alongando o que está encurtado e fortalecendo o que está fraco (Kolyniak et al, 2004). Sendo assim se você encontra-se nessa situação ou algo parecido, procure imediatamente um profissional qualificado e não sofra mais com esse tipo de problema.

Os 10 passos para uma alimentação saudável

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Segundo as diretrizes do ministério da saúde 10 passos são fundamentais para se ter uma alimentação saudável.

01 – Faça pelo menos 3 refeições (café da manhã, almoço e jantar) e 2 lanches saudáveis por dia. Não pule as refeições.

02 – Inclua diariamente 6 porções do grupo do cereais(arroz, milho, trigo pães e massas), tubérculos como as batatas e raízes como a mandioca/macaxeira/aipim nas refeições. Dê preferência aos grãos integrais e aos alimentos naturais.

03 – Coma diariamente pelo menos 3 porções de legumes e verduras como parte das refeições e 3 porções ou mais de frutas nas sobremesas e lanches.

04 – Coma feijão com arroz todos os dias ou , pelo menos, 5 vezes por semana. Esse prato brasileiro é uma combinação completa de proteínas e bom para a saúde.

05 – Consuma diariamente 3 porções de leite e derivados e 1 porção de carnes, aves, peixes ou ovos. Retirar a gordura aparente das carnes e a pele das aves antes da preparação torna esses alimentos mais saudáveis!

06 – Consuma, no máximo, 1 porção por dia de óleos vegetais, azeite, manteiga ou margarina. Fique atento aos rótulos dos alimentos e escolha aqueles com menores quantidades de gorduras trans.

07 – Evite refrigerantes e sucos industrializados, bolos, biscoitos doces e recheados, sobremesas doces e outras guloseimas como regra da alimentação.

08 – Diminua a quantidade de sal na comida e retire o saleiro da mesa. Evite consumir alimentos industrializados com muito sal (sódio) como hambúrguer, charque, salsicha, lingüiça, presunto, salgadinhos, conservas de vegetais, sopas, molhos e temperos prontos.

09 – Beba pelo menos 2 litros (6 a 8 copos) de água por dia. Dê preferência ao consumo de água nos intervalos das refeições.

10- Torne sua vida mais saudável. Pratique pelo menos 30 minutos de atividade física todos os dias e evite as bebidas alcoólicas e o fumo. Mantenha o peso dentro de limites saudáveis.

Fonte: Ministério da Saúde

Vale a pena lembrar que as orientações citadas acima são para todos os indivíduos de uma forma geral, porém a quantidade dos alimentos deve ser prescrita individualmente dependendo das necessidades diárias que variam de acordo com gênero, idade, atividade física, entre outras. Sendo assim procure um nutricionista para maiores informações.

Nutricionista: Andressa Franzoi Machado (CRN 2855)

Perca peso e não tempo!!!

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CHEGOU A HORA DE COMEÇAR

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É muito comum no nosso cotidiano, ouvirmos as frases “preciso emagrecer”, “estou gordinho“ entre outras. Mas, se observamos com mais atenção, veremos que estes mesmos indivíduos apresentam um estilo de vida em sua grande maioria sedentária. Levando em consideração que os principais fatores que levam ao excesso de peso são: genética, habitos alimentares, inatividade física, questões de ordem farmacológica, endócrina, neurológica, ambiental e estilo de vida, é fácil perceber porque o excesso de peso e por que não a obesidade vem atingindo um número cada vez maior de indivíduos, de ambos os sexos, e em diferentes faixas etárias.

Muitas vezes, a prática de exercícios físicos é difícil, desmotivante principalmente porque o excesso de peso reduz a eficiência mecânica e a amplitude de movimentos, causando desconforto, dores e uma certa resistência psicológica. Devido a esta situação, o programa de exercícios deve ser planejado em cima das condições atuais do aluno / cliente. Sendo assim procure um profissional qualificado que irá te auxiliar em todos esses aspectos e inicie já seu programa de treinamento físico e sinta na pele os beneficios proporcionados pelo exercício físico, você não vai se arrepender pode acreditar.


Musculação pode ajudar a emagrecer?

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Musculação x Emagrecimento

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Até pouco tempo, a prescrição de exercícios físicos para o emegrecimento limitavam-se aos exercícios aeróbios, não levando em consideração a massa corporal magra e o metabolismo de repouso. Em meados da década de 80, a comunidade científica reconheceu o potencial valor do treinamento com pesos sobre a capacidade funcional e outros fatores relacionados a saúde, metabolismo basal, controle de peso, saúde óssea, entre outros. Em 1978, o ACSM reconheceu a importância de um amplo programa de aptidão física e adicionou o treinamento com pesos (musculação) em seu posicionamento Oficial em 1990. Assim, pesquisas atuais conduzidas por instituições como: ACSM, American Heart Association (AHS), recomendam programas individuais de treinamento com pesos, realizados no mínimo 2 vezes na semana. Cada sessão deve consistir de 8-10 diferentes exercícios que utilizem os maiores grupos musculares. A meta para esse tipo de programa é desenvolver e/ou manter uma significativa quantidade de força, endurance e massa muscular. Um dos motivos pelos quais os exercícios com pesos foram incluídos nos programas de emagrecimento, foi por este parecer aumentar o gasto de energia no repouso, pelo aumento da massa muscular. Sabe-se a redução do gasto de energia no repouso, após a perda de peso, é o principal fator de risco para uma posterior recuperação de peso. Outro motivo pelo qual o treinamento com pesos parece ser importante para o controle da excesso de peso, é pela elevação do VO2 residual pós exercício. Evidencias demonstram que o exercício com pesos causa perturbação homeostática, incluindo elevações no lactato sanguíneo, catecolaminas e hormônios anabólicos. Essa disfunção da situação homeostática pode levar mais do que algumas horas para se recuperar, mantendo a razão da troca respiratória (R) pós exercício elevada durante um período de 2 horas; e a taxa metabólica de repouso (TMR) elevada aproximadamente por 15 horas, utilizando a gordura como substrato energético durante esse período. Esse aumento no gasto calórico após o treinamento, pode ser explicado pelo chamado excesso de oxigênio consumido pós-exercício (EPOC), uma vez que o gasto de energia não retorna imediatamente aos níveis de pré-exercício depois de uma sessão de treinamento. A magnitude e duração do excesso de consumo de oxigênio pós-exercício parece ser influenciado mais pela intensidade do que pela duração da atividade, pois a duração do exercício em “steady-state” parece influenciar a EPOC de uma forma linear, enquanto que o aumento da intensidade do exercício além de 50 e 60% do VO2 máximo, pode influenciar no EPOC de maneira exponencial. Deste modo, exercício de baixa para moderada intensidade, capaz de ser executado pelo público em geral, produz pequeno excesso de gasto calórico durante a recuperação, e mostra ter um pequeno impacto no controle de peso. Esses dados sugerem que, além do aumento na massa muscular, o treinamento com pesos pode aumentar a capacidade máxima aeróbia, trazendo um duplo benefício para quem deseja perder peso.


Fonte

Hauser, C; Benetti, M; Rebelo, FPV. Estratégias para o emagrecimento. Revista Brasileira de Cineantropometria & Desempenho Humano, 2004.

Preciso fazer exame médico antes de me exercitar?

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Questionário PAR-Q


PRECISO FAZER EXAME MÉDICO ANTES DE ME EXERCITAR?


Atividades fisicas são recomendadas para a maioria das pessoas. Para evitar que portadores de patologias especialmente cardiovasculares, sejam colocadadas em risco durante as atividades físicas, foram desenvolvidos procedimentos que selecionam aqueles que podem iniciar o programa imediatamente, remetendo os demais ao exame médico. O método/teste deve ser feito com todos os indivíduos inclusive crianças, adolescentes e idosos antes da avaliação fisica ou de iniciar um programa de atividades fisicas. (ACMS,1998a).

Os dois testes abaixo devem ser preenchidos e as pessoas que responderam “não“ a todas as perguntas do PAR-Q (1) e possuem menos de dois fatores de risco no outro teste (2), não precisam de exame médico prévio e podem procurar um Personal Trainer para a avaliação funcional (física) e prescrição de exercícios. Mas os que responderem “sim” a alguma das perguntas no PAR-Q (1) ou que possuam 2 ou mais fatores de risco no teste (2), devem procurar um médico para uma avaliação prévia.

Teste 1: PAR-Q

1- Seu médico já disse que você possui um problema cardíaco e recomendou atividades físicas apenas sob supervisão médica?

( ) Sim ( ) Não


2- Você tem dor no peito provocada por atividades físicas?

( ) Sim ( ) Não


3- Você sentiu dor no peito no último mês?

( ) Sim ( ) Não


4- Você já perdeu a consciência em alguma ocasião ou sofreu alguma queda em virtude de tontura?

( ) Sim ( ) Não


5- Você tem algum problema ósseo ou articular que poderia agravar-se com a prática de atividades físicas?

( ) Sim ( ) Não


6- Algum médico já lhe prescreveu medicamento para pressão arterial ou para o coração?

( ) Sim ( ) Não


7- Você tem conhecimento, por informação médica ou pela própria experiência, de algum motivo que poderia impedi-lo de participar de atividades físicas sem supervisão médica?

( ) Sim ( ) Não


Teste 2: Fatores de Risco para Doença Coronariana (ACSM 1998a)


1- IDADE: Homem acima de 45 anos ou mulher acima de 55 anos?

( ) Sim ( ) Não


2- COLESTEROL – Acima de 249mg/l ou desconhecida (não sabe)

( ) Sim ( ) Não


3- PRESSÃO ARTERIAL- Acima de 140/90 mmgHg, desconhecida ou usa medicamento para a pressão arterial?

( ) Sim ( ) Não


4- TABAGISMO – fuma?

( ) Sim ( ) Não


5- DIABETES – Tem diabetes de qualquer tipo?

( ) Sim ( ) Não


6- HISTÓRIA FAMILIAR DE ATAQUE CARDÍACO – Pai ou irmão antes de 55 anos ou Mãe ou irmã antes dos 65 anos

( ) Sim ( ) Não


7- SEDENTARISMO – Atividade profissional sedentária e menos de 30 minutos de atividade física pelo menos 3 vezes por semana

( ) Sim ( ) Não


8- OBESIDADE – mais de 10Kg de excesso de peso

( ) Sim ( ) Não


Cada Sim corresponde a 1 Fator de Risco, portanto, some e saiba acima se deve procurar seu médico antes de qualquer atividade fisica ou teste de Avaliação Física